Representante da campanha diz que governo Flávio não privatizaria Caixa, Banco do Brasil e Petrobras
O economista Adolfo Sachsida, que integra a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, afirmou nesta última quinta-feira (8) que o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Petrobras não seriam privatizadas no caso de vitória nas urnas.
Flávio, cuja equipe econômica, de perfil liberal, tem defendido privatização de empresas estatais, concorre com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa para presidente do país no segundo turno — marcado para 25 de outubro.
“Se você está ouvindo esse vídeo e é do Banco do Brasil, da Caixa Econômica e da Petrobras, saiba de uma coisa: não existirão privatizações de empresas. Nenhuma dessas empresas será tocada”, afirmou Sachsida em uma rede social. “Nós respeitamos demais a história de vocês. Nosso governo vai fortalecer a gestão das estatais, e elas vão voltar a dar lucro e respeitar o povo brasileiro”, prosseguiu.
A posição difere da orientação do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em 2020, o então ministro da Economia, Paulo Guedes, fez duras críticas à gestão no Banco do Brasil. “Tem que vender essa porra logo [Banco do Brasil]”, disse ele, na ocasião. Em 2021, ele defendeu, também, a privatização da Petrobras.
Sachsida, que fazia parte da equipe de Guedes no Ministério da Economia durante o governo Jair Bolsonaro, não citou, na declaração que fez nas redes sociais, os Correios, que vêm registrando rombos sucessivos e recebendo aportes de capital do governo. A estatal integrava o programa de desestatização do governo Bolsonaro, mas não foi vendida. G1





