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Homem é condenado a quase 30 anos de prisão por feminicídio de Martinha, em Valença

O taxista Carlos Mendes Júnior foi condenado, na noite desta terça-feira (7), a 29 anos, 8 meses e 8 dias de prisão em regime fechado pelo assassinato de Helmarta Sousa Santos Luz, conhecida como Martinha.

A sentença foi proferida pelo juiz César Figueredo, após a manifestação da promotora Rita de Cássia Pires Bezerra Cavalcanti, que pediu a condenação por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, pedido acatado por um júri popular composto por sete pessoas.O taxista Carlos Mendes Júnior foi condenado, na noite desta terça-feira (7), a 29 anos, 8 meses e 8 dias de prisão em regime fechado pelo assassinato de Helmarta Sousa Santos Luz, conhecida como Martinha.

A sentença foi proferida pelo juiz César Figueredo, após a manifestação da promotora Rita de Cássia Pires Bezerra Cavalcanti, que pediu a condenação por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, pedido acatado por um júri popular composto por sete pessoas.A perícia confirmou que Helmarta foi morta por estrangulamento, possivelmente com o uso de uma corda. O corpo foi encontrado no Rio Jacuripe, três dias após o desaparecimento, em 27 de setembro de 2024, a cerca de 25 metros de profundidade. A recuperação foi feita por equipes do Corpo de Bombeiros, com apoio de pescadores, mergulhadores autônomos, Marinha e Grupamento Aéreo da PM (Graer).

Carlos Mendes foi preso logo após o crime e confessou o assassinato durante os interrogatórios. O Ministério Público solicitou a conversão da prisão temporária em preventiva, que foi deferida pela Justiça. Desde então, ele permanece custodiado no Conjunto Penal de Valença, onde seguirá para cumprir a pena.

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