
Os prefeitos de Feira de Santana, José Ronaldo, e de Salvador, Bruno Reis, se pronunciaram neste domingo (25) após denúncias de dificuldades no transporte público durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
Em Feira de Santana, a gestão municipal afirmou que o transporte coletivo funcionou normalmente, com a frota equivalente à de dias úteis e ônibus adicionais destinados ao atendimento de eleitores da zona rural.
Já em Salvador, Bruno Reis negou que a prefeitura tenha determinado a redução da frota. Segundo o gestor, atrasos na saída dos coletivos ocorreram devido a problemas operacionais e à retirada de adesivos eleitorais dos veículos.
Apesar das explicações, passageiros relataram longas esperas e ônibus lotados na capital baiana. A situação chegou à Justiça Eleitoral, e o Tribunal Superior Eleitoral solicitou esclarecimentos às prefeituras sobre o funcionamento do transporte.
O episódio gerou repercussão e reacendeu o debate sobre a importância de garantir condições adequadas para que todos os cidadãos possam exercer seu direito ao voto.





