
A segunda edição da Feira da Nossa Gente movimentou serviços, fortaleceu parcerias e negócios, aqueceu as vendas dos produtos produzidos pelos pequenos agricultores rurais da Protemuf e distribuiu mais de 500 prêmios, entre colchões, produtos para cozinha, tanque de polietileno, guarda-roupa, equipamentos agrícolas e uma moto 0 km. Na última quinta-feira (30), os estandes montados na Orla em parceria com empresas, comércios e secretarias municipais mostraram que Muniz Ferreira também sabe ser vitrine de negócios.
O evento, que atraiu turistas de diversas cidades, teve como objetivo destacar os produtos, proporcionar visibilidade às empresas, oferecer atendimento ao público, esclarecer dúvidas, ampliar oportunidades de geração de renda para a população, movimentar a economia, fortalecer o comércio local e mostrar que o município também é referência em negócios na região.
De acordo com o prefeito Gileno Pereira, a feira é uma releitura da ExpoMuniz, integrada à Feira da Economia Solidária e à Protemuf, reunindo experiências de edições realizadas em anos anteriores e ampliando, a cada edição, a participação das empresas.
“Essa grande feira é justamente para celebrar o dia desse homem do campo e da mulher do campo. Agradecer as empresas que acreditam nesse projeto. É um trabalho de muita responsabilidade e muita seriedade dos organizadores e todas as secretarias e vai continuar dando certo, Muniz Ferreira merece”, afirmou o gestor em entrevistas aos sites presentes.
A feira também demonstrou união entre o comércio de Muniz Ferreira e os produtores locais, oferecendo ao público da cidade e aos visitantes diversas opções de produtos com preços acessíveis. Para Osni Cardoso, representante do Governo presente no evento, iniciativas como essa podem gerar mais renda para o homem e a mulher do campo do que a instalação de fábricas que, segundo ele, costumam oferecer apenas um salário mínimo.
“É o comércio presente nessa feira apoiando esse movimento mas principalmente a ideia de promover o rural. O rural pode ser um grande empregador, muita gente acaba sonhando em trazer uma indústria e trazer uma fábrica e a grande maioria delas paga um salário mínimo, não sou contra salário mínimo, mas eu acho que é possível ter mais renda, e o campo é possível dar mais renda do que isso e a gente não precisa sair do nosso lugar”, declarou o ex-secretário de Desenvolvimento Rural do Estado.


















